Eu sei que eu já fui mais 'fofinha' do que eu sou hoje. Mas vamos ao que interessa. Você já se deparou alguma vez com uma garota, ou até garoto que você considerava um perfeito(a) babaca apaixonado(a) e do nada esse ser tornou-se uma pessoa fria e incapaz de estabelecer relacionamentos mais duradouros do que 2 semanas? Pois é. O ser humando tem essa imensurável capacidade de julgar e apontar defeitos alheios, mas na maioria das situações, é incapaz de prever o erro antes de cometê-lo. Mas eu não estou contando nenhuma novidade dizendo isto. O que eu estou querendo dizer é que todo mundo tem uma história. E antes de criarmos pré conceitos a respeito de qualquer pessoa, deveríamos conhecer seus antecedentes. O que leva alguém a ser considerado um namorofóbico? Ele, provavelmente, tem antecedentes de desilusão amorosa. E eu não sou diferente. Já fui magoada, da mesma maneira que, involuntariamente, magoei. E só hoje eu entendo que as vezes a gente decepciona e parte corações alheios não por por vingança, maldade ou por hobby. Adquirimos essa capacidade indesejável de ferir inocentes porque finalmente aprendemos a nos amar e a nos respeitar. E ouso dizer que isso só acontece porque acreditamos ter encontrado uma oportunidade de encontrar o famoso amor. Sem tentativas não há vitória. Mas se há derrotas, infelizmente uma das partes envolvidas saíra mais afetada. O que vale saber é que nenhuma saiu ilesa. Fato. Porém não estamos falando de guerra e sim de amor.

Namorofobia nada mais é do que a denominação para um conjunto de tentativas frustradas de encontrar uma pessoa compatível às expectativas. E essas expectativas são muito básicas; beleza interna e externa combinadas a bom humor, simpatia, inteligência e química. [rs]
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Anna Carolina França,
14/09/2008,
23:09hs de um domingo bem humorado.
